LUZ eternamente minha
És o Sol que aquece minha alma
Nesta vida sozinho vivida
És a Lua da minha noite calma
Longa e mal dormida
Não fosse a tua presença constante
No meu pensamento cansado
Seria um cavaleiro andante
Sem rumo, desorientado
Para que continuar vivendo
Se amar-te me é negado
Mais vale partir sofrendo
Levando meu triste fado
E quando na hora do adeus
Apenas te peço que escrevas
Um poema/recado para Deus
Para que não me deixe nas trevas
Só assim doce princesa
Poderei amar-te para sempre nessa vida
Nesse outro mundo de
certeza
Serás eternamente minha querida!
28/01/2012
Hombresolo
Em tava gosta de antes de mais da nhes Parabens pe Sr. Luis Lobo pq mim é um fã de esse programa desde a muitos anos, conde em tava mora ne Paul em ca tva dormi sem antes de uvi esse programa, nunca em tive jeito pe escrve poesia mas em te gosta de uvi e ale um pouco, mas de ouvi dclamação de poesia...
ResponderEliminarObrigado caro amigo. É sempre um prazer sabê que Musica & Poesia tem gente amiga e colaboradora. Bo podê acreditá que no ta continua ta aposta na jovens poetas e nos objectivo é consegui trazê pa nos programa gente que tá lê, escrevê ou simplesmente ta gostá de poesia.
ResponderEliminarF'ca dret e da noticias sempre. Se bo ta na Cabo Verde bo podê continua ta uvi nos programa 5ª feira na RCV a partir de 22h00. Se bo ta vivê na estranger tambê bo pode uvi Musica & Poesia na sitio de RCV na net, rcv online ou via rtc.cv e clicá na rcv emissões em directo.
Um abraço e muitas felicidades
Bom Dia e boa semana!
ResponderEliminarEnviado por Zé Cunha - Portugal
A lição de poesia
João Cabral de Melo Neto
1.
Toda a manhã consumida
como um sol imóvel
diante da folha em branco:
princípio do mundo, lua nova.
Já não podias desenhar
sequer uma linha;
um nome, sequer uma flor
desabrochava no verão da mesa:
nem no meio-dia iluminado,
cada dia comprado,
do papel, que pode aceitar,
contudo, qualquer mundo.
2.
A noite inteira o poeta
em sua mesa, tentando
salvar da morte os monstros
germinados em seu tinteiro.
Monstros, bichos, fantasmas
de palavras, circulando,
urinando sobre o papel,
sujando-o com seu carvão.
Carvão de lápis, carvão
da idéia fixa, carvão
da emoção extinta, carvão
consumido nos sonhos.
3.
A luta branca sobre o papel
que o poeta evita,
luta branca onde corre o sangue
de suas veias de água salgada.
A física do susto percebida
entre os gestos diários;
susto das coisas jamais pousadas
porém imóveis - naturezas vivas.
E as vinte palavras recolhidas
as águas salgadas do poeta
e de que se servirá o poeta
em sua máquina útil.
Vinte palavras sempre as mesmas
de que conhece o funcionamento,
a evaporação, a densidade
menor que a do ar.
Pensamento
ResponderEliminarQue tormento,
que aborrecimento,
tua ausência
dá-me impaciência
estou pensativo
por ser cativo
da tua personalidade
e com vitalidade
Oh jasmim,
quero-te p´ra mim.
CanalAzul do Paul – Santo Antão
Quando o silencio fala mais alto
ResponderEliminarNa mais longa noite escura
Tudo foi claro como o dia
Não dormi, não houve cura
Para a forte dor que sofria
O silencio falou mais alto
Pois tua voz não ouvia
Quis voar mas apenas dei o salto
No abismo que me perseguia
Incertezas me perseguem
Depois de tanto esperar
Com medo que me neguem
Por desesperadamente amar
Vem Musa da minha vida
Diz-me que tudo é um sonho
Que a poesia prometida
Nada tem de medonho
Acordo deste sono acordado
Com a esperança renovada
De que nada está mudado
Com minha poetisa amada.
Que a solidão mata
Há muito compreendi
Mas com o silencio da bem amada
Só eu sei quanto sofri!!!!
Mas meu sonho é maior
Do que esta imensa dor
De compreender como é egoísta
Esta minha maior conquista!
Meu Deus! Que meus versos impuros
Me rasguem o peito e construam um muro
Para que meu Silencio me faça compreender
Porque é impossível teu doce amor ter.
HombreSolo
24/01/02
Teus Olhos Negros
ResponderEliminarQue dizem teus olhos negros
Que me fazem saltar o coração,
Dão-me frio e até tremores...
E tu me dizes que não.
Não ouço o que dizem teus olhos,
Negros como uvas que são
Os meus olhos verdes são de esperança
Que dias melhores virão!
Amo teus lindos olhos negros
Pois aumentam minha paixão,
Espero que um dia me amem
E me olhem sem compaixão.
LSLOBO
04/03/2012
O que dizem teus olhos?
ResponderEliminarEra meio dia ou pouco passava
Quando minha amada vislumbrei
A saudade já me matava
Quando de alivio respirei
Mas foi esperança de pouca dura
Quando em seus olhos reparei
Tão serenos e castanhos de uva madura
Com tanta indiferença que me espantei
Conheço os teus olhos
E eles dizem tudo!
Conta-me o que se passou no teu peito
Ou algum mal que tenha feito
Não consigo acreditar
Que algum mal te tenha causado
Só por muito eu te amar
Tenhas esta história terminado!
Onde está a meiguice do teu olhar?
Para onde foi o mel da tua boca?
Será que chegou a hora do adeus?
Então deixa pela ultima vez
Meus lábios se unirem aos teus
Quero levar comigo para sempre
A tua imagem doce e angelical
O doce sabor dos teus beijos
E o carinho com que me enfeitiçaste!
Francisco Manso
05/03/12
MEUS MOMENTOS (2)
ResponderEliminarSó, em meus momentos
Não há nada! É tudo escuro!
Para além de sentimentos
Apenas pensamentos sussurro!
Quanto desperto deste sono acordado
Num instante te oiço calado
Sinto que estou enganado
E na cama fico deitado
Revivo momentos de que não me esqueço,
E nesta ilusão a realidade bem conheço!
E qual fiel e dedicado cão
Entrego-te meu coração.
Hoje, magoado
Calo-me perante a dura realidade
De estar amargamente envergonhado
De uma noite à deriva e embriagado!
11/03/12
lsl
Francisco Manso
PORQUÊ??????
ResponderEliminarPORQUE SERÁ MEU AMOR
QUE SÓ AGORA NO OUTONO DA VIDA
NASCE NO MEU JARDIM QUASE SEM COR
A FLOR HÁ MUITO QUERIDA?
PORQUE SERÁ MEU DEUS
QUE MINHA MÃE ME FEZ TÃO CEDO
SE AGORA NA HORA DO ADEUS
DE PARTIR TENHO MEDO?
SERÁ MEU AMOR IMPRESCINDIVEL
QUE NO FIM DA ESTRADA DA VIDA
HAJA ESPERANÇA POSSIVEL
QUE ENCONTAR MINHA QUERIDA?
SE NÃO ME RESPONDES PELA POSITIVA
DEIXA-ME AO MENOS PARTIR FELIZ
O QUE RESTA DESTA VIDA
SE NÃO POSSO TER QUEM SEMPRE QUIS?
FICA A MAGOA E A SAUDADE
DE TER QUE PARTIR E ELA FICAR
NESTA CRUEL VERDADE
DE NUNCA MAIS TE PODER AMAR!
HombreSOLO
MINDELO, 24 DE JANEIRO DE 2012.
Renascer da chama
ResponderEliminarLembras-te musa dos meus versos
Como foi que aconteceu?
Nas ondas da rádio da nossa poesia
Minha paixão por ti nasceu!
Cresceu e ficou guardado
A sete chaves por anos dourados
Vivi por ti calado
Noite e dia de sem sonhos realizados
Há um mês minha querida
No alto do forte da nossa cidade
Fizeste renascer a chama esquecida
Com o beijo quente e doce da tua mocidade.
Como viver este amor divido
De duas gerações distantes
Tenho o coração partido
Por esta paixão de instantes
Vou aprender a amar assim
Da forma como te dá felicidade
Mesmo que não me sinta em mim
Nesta difícil realidade!
HombreSOLO
A espantosa realidade das coisas
ResponderEliminarA espantosa realidade das coisas
É a minha descoberta de todos os dias.
Cada coisa é o que é,
E é difícil explicar a alguém quanto isso me alegra,
E quanto isso me basta.
Basta existir para se ser completo.
Tenho escrito bastantes poemas.
Hei de escrever muitos mais, naturalmente.
Cada poema meu diz isto,
E todos os meus poemas são diferentes,
Porque cada coisa que há é uma maneira de dizer isto.
Às vezes ponho-me a olhar para uma pedra.
Não me ponho a pensar se ela sente.
Não me perco a chamar-lhe minha irmã.
Mas gosto dela por ela ser uma pedra,
Gosto dela porque ela não sente nada.
Gosto dela porque ela não tem parentesco nenhum comigo.
Outras vezes oiço passar o vento,
E acho que só para ouvir passar o vento vale a pena ter nascido.
Eu não sei o que é que os outros pensarão lendo isto;
Mas acho que isto deve estar bem porque o penso sem esforço,
Nem ideia de outras pessoas a ouvir-me pensar;
Porque o penso sem pensamentos
Porque o digo como as minhas palavras o dizem.
Uma vez chamaram-me poeta materialista,
E eu admirei-me, porque não julgava
Que se me pudesse chamar qualquer cousa.
Eu nem sequer sou poeta: vejo.
Se o que escrevo tem valor, não sou eu que o tenho:
O valor está ali, nos meus versos.
Tudo isso é absolutamente independente da minha vontade.
Açores - Ilhas Formosas
ResponderEliminarIlhas erguidas no mar
Onde o olhar quer avistar
Belas paisagens espirituosas,
Onde voam muitas gaivotas!
Remotas diminutas e harmoniosas
São todas estas ilhotas,
Que acarretam na recordação
A vida ancorada sem ilusão!
Num porto conquistado
Pela água impregnada
Que encanta o sonho,
Do tamanho do mundo!
Rochedos estendidos
Banhados por este mar,
Com margens guarnecidas
Pela beleza presa no olhar!
Nuvens espessas abatem
Na vontade de sentir o nevoeiro
Surgindo fumarolas de êxito
Guardadas por lagoas perfeitas!
Formadas por torrentes
Surgem caldeiras ardentes,
Que embalam estes ilhéus valentes
Que são um fascínio clemente!
Estas ilhas são uma bênção,
São pedaços de Portugal,
Que guiam na imaginação
O quanto este lugar é especial!
Ser ilhéu é desenvolver e traçar
Uma meta de objetivos a concretizar,
Mergulhados nas águas do remanso
Deste grande oceano!
2012, Ana Isabel Rosa
Vale sempre a pena ter amigos! A Poesia junta aqui os que não nos matam os sonhos!!
ResponderEliminarAbraço para as nossas Ilhas e para as outras que também nos reforçam a Esperança!
MEU ANJO…LUZ DA MINHA VIDA!
ResponderEliminarÉ LINDO O TEU SORRISO
É ESTRANHO O TEU OLHAR
TEU CORPO COR DE ÉBANO
É PROFUNDO COMO O MAR
O DOCE DOS TEUS BEIJOS
TEM O PERFUME DE JASMIM!
O CALOR DOS TEUS ABRAÇOS
É TUDO PARA MIM!
MINHA PAIXÃO É VERDADEIRA
SURGIU DE FORMA NATURAL
TALVEZ SEJA A DERRADEIRA
POR ME CAUSAR TANTO MAL!
MOSTRASTE-ME ONDE MORA A FELICIDADE
E LÁ VIVI APAIXONADO E SOFREGAMENTE
MAS NÃO IMAGINAVA QUE A INFELICIDADE
VIRIA MORAR COMIGO ETERNAMENTE.
O BRILHO DOS TEUS OLHOS CASTANHOS
CEGOU PARA SEMPRE MEU CORAÇÃO
MEUS SOFRIMENTOS TAMANHOS
ME TIRAM A RAZÃO
…..segue
Ana Isabel Rosa
ResponderEliminarA queda de um anjo
É uma inclinação de liberdade,
De sensibilidade,
Vivida e absorvida
No tempo e na capacidade,
De aspirar certas verdades
E virtudes sugadas na vontade.
Asas cansadas aceitam o salto no vazio
É o desígnio no delírio sentido,
Que assinala a existência
Como um ferro que marca
O corpo e a mente.
Âncora fixa
Nas correntes do entendimento,
Prodígio louco
Amarrado nas entranhas do conhecimento.
Realidade da vida
Em que cada bater de asas anuncia
A humanidade roga
Que o céu devolva à Terra
Numa queda suave e serena,
Um anjo caído
Para proteger o universo!
2012, Ana Isabel Rosa
Turíbio Hamilton Pinheiro
ResponderEliminarCéu di Djabraba
(À memória do meu primo Wawá – Julio Water de Azevedo Feijóo –
companheiro de infância e juventude e inesquecível amigo de toda a vida. Um irmão.)
Sonhei?
Ou apenas me debrucei sereno
Na imensidão do Nada?
A Porta abriu-se
e de repente te tornaste imenso
vendo a frente e o verso
Do que nas desnudas mãos eu trago:
Meus pensamentos
Meus sentimentos
Como percorres distâncias
juntando o perto e o longe!...
Cantas e ris de alegria vendo tudo e tudo ouvindo...
Todos ao teu redor
Cantando Luzes
Jamais o medo
di Ruberona
Jamais o medo da noite escura
Vãos mistérios segregados!
Abriu-se a Porta Enigmática e Bela
e breve
a tua voz juntou-se à voz dos santos
à voz dos anjos
e soou um cântico no Universo Nosso...
Ouviu-se então a tua voz sem par:
“Ó morininha di odjo di uba
Creio é tirado pa anjo di céu...”
A tua ilha
- O nosso berço -
chorou mansinho
( Neba fitchâ
Tchom malbejâ
fei-fei caí.
Tchuba tchobé
Na Lém, mansinho...)
Sonhei?
Ou acordei de um sonho antigo?
Ou apenas mergulhei num sonho, Amigo?
Lisboa, 07/08/2012
Nhomito
Gostei imenso desta tua homenagem.
ResponderEliminarUm abraço
ResponderEliminarJORGE VERA-CRUZ BARBOSA
Jorge Vera-Cruz Barbosa (1902-1971)
Jornalista Cabo-Verdiano.
Escritor, nasceu na ilha de Santiago e morre em Portugal. Colaborou em várias revistas e jornais portugueses e cabo–verdianos. A publicação de Arquipélago em 1935 foi um marco para o nascimento da poesia cabo-verdiana, e por isso é considerado o pioneiro da moderna poesia cabo verdiana, onde os problemas sociais e políticos passaram a constituir uma das grandes temáticas do escritor.
PRELÚDIO
Quando o descobridor chegou à primeira ilha
nem homens nus
nem mulheres nuas
espreitando
inocentes e medrosos
detrás da vegetação.
Nem setas venenosas vindas do ar
nem gritos de alarme e de guerra
ecoando pelos montes.
Havia somente
as aves de rapina
de garras afiadas
as aves marítimas
de vôo largo
as aves canoras
assobiando inéditas melodias.
E a vegetação
cujas sementes vieram presas
nas asas dos pássaros
ao serem arrastados para cá
pelas fúrias dos temporais.
Quando o descobridor chegou
e saltou da proa do escaler varado na praia
enterrando
o pé direito na areia molhada
e se persignou
receoso ainda e surpreso
pensa n´El-Rei
nessa hora então
nessa hora inicial
começou a cumprir-se
este destino ainda de todos nós.
DECLAMAÇÃO DE POEMAS
ResponderEliminarA poesia é uma das mais completas formas de expressão artística.
Ela fala-nos de sentimentos, de acontecimentos, de pessoas, de lugares, enfim …de conhecimentos.
A declamação é a verbalização ou interpretação da poesia, ou seja: o declamador dá voz ao autor da poesia.
Ao pretender declamar, uma pessoa tem que tomar alguns cuidados, sem os quais corre o risco de cometer erros, que podem comprometer a qualidade artística de seu trabalho.
ESCOLHA DO POEMA
O primeiro cuidado que o declamador deve ter é com relação à escolha do poema. Se o mesmo estiver na 1ª pessoa do singular ou do plural, deve ser compatível com a situação do declamador: sexo e idade.
COMPREENSÃO
O declamador deve compreender perfeitamente o que está dizendo, isto é conhecer o poema, saber o que significa cada termo do poema, bem como sua correta pronúncia. Também dever entender a pontuação, para poder fazer as pausas adequadamente. É comum ver-se um declamador recitando um poema verso a verso, quebrando o sentido da frase, ou da expressão.
MEMORIZAÇÃO
Memorizar um poema, não é apenas decorar os seus termos. È recomendável que a memorização ocorra simultaneamente com a interpretação. Outro detalhe importante é a memorização gradual, ou seja, memoriza a 1ª estrofe, depois a 2ª, antecedida da 1ª, depois da terceira, antecedida da 1ª e das 2 ª e assim sucessivamente. A tentativa de memorização simultânea de todas pode ocasionar o esquecimento de parte de parte e daí não saber como continua.
POSTURA CÊNICA
Por postura cênica entende-se a gesticulação que deve acompanhar a recitação do poema. Os gestos não devem ser muitos, nem exagerados, devendo ser coerentes.
INTERPRETAÇÃO
É na interpretação que o declamador tem a oportunidade de mostra a sua arte. A interpretação deve ser comedida, porém não pode ser pobre.
IMPOSTAÇÃO DE VOZ
Impostação de voz é do que a interpretação de um poema, sob o aspecto da voz. Deve ser observado com muito cuidado o texto, para não se dramatizar passagens neutras, ou não apresentar de maneira neutra passagem dramáticas.
IDENTIFICAÇÃO DO POEMA
Necessariamente tem de ser indicados o nome de seu autor e o titulo do poema , antes de iniciar a declamação. Porém não os dizer já declamando.
AGRADECIMENTO
Alguns declamadores ao terminar sua interpretação acrescentam agradecimentos ou a expressão!”Tenho dito”. Não cabe. Para indicar que terminou sua recitação o declamador deve usar um pequeno estratagema, que pode ser diminuir o tom da voz, levantá-lo, se couber, fazer um gesto de cabeça ou de mãos.
“A poesia para mim é uma segunda pele...declamar é vida “
II. Morna - A voz da Alma Cabo-verdiana na Língua Crioula
ResponderEliminarA Força de Cretcheu
Ca tem nada na es bida
Mas grande que amor
Se Deus ca tem medida
Amor inda é maior.
Maior que mar, que céu
Mas, entre tudo cretcheu
De meu inda é maior
Cretcheu más sabe,
É quel que é di meu
Ele é que é tchabe
Que abrim nha céu.
Cretcheu más sabe
É quel qui crem
Ai sim perdel
Morte dja bem
Ó força de chetcheu,
Que abrim nha asa em flôr
Dixam bá alcança céu
Pa'n bá odja Nôs Senhor
Pa'n bá pedil semente
De amor cuma ês di meu
Pa'n bem dá tudo djente
Pa tudo bá conché céu
Eugénio Tavares
Uma forma muito grande!
ResponderEliminarGrande Eugenio Tavares!!!
Realizo e apresento, às 5ª feiras, entre as 22h10 e as 23h00 (horas de Cabo Verde), na RCV – Radio de Cabo Verde, um programa onde o objetivo principal é divulgar a Poesia e a Musica de Cabo Verde. Se quiserem ouvir podem ir a www. rtc.cv e clicar em rcv e emissão . Colaborem enviando sugestões e caso escrevam poesia, enviando também os vossos poemas. Um abraço do tamanho do mundo! Luis Lobo
ResponderEliminar"O homem não morre quando deixa de viver,
ResponderEliminarmas sim quando deixa de amar."
(Charles Chaplin)